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Google Glass poderá ser utilizado no E-Commerce?

Google Glass pode ser utilizado no Ecommerce

O mais recente produto físico do Google com lançamento previsto para 2014, é o Google Glass. É um acessório em forma de óculos que possibilita a interação dos usuários com diversos conteúdos em realidade aumentada. É capaz de tirar fotos a partir de comandos de voz, enviar mensagens instantâneas e realizar vídeoconferências. O aparelho está em fase de testes e se você ainda não o conhece, pode dar uma olhada na matéria da reportagem abaixo:

Como os produtos do Google são, até hoje, digitais, se trata de uma inovação da marca e muita gente não acredita na viabilidade desse projeto. Porém, vejo como resultado final o usuário conectado à internet da mesma maneira, aproximando as pessoas em sua vida pessoal à online.

O aparelho tem na sua essência, as funções de um smartphone ou tablete, só que a pessoa não precisará ficar olhando para a tela, ao mesmo tempo, para baixo quando está caminhando pelas ruas. É um passo adiante que o Google está dando de forma a integrar melhor o mundo físico com o online.

Mas o qual a relação do E-commerce com o Google Glass?

Como o Google Glass poderá ser utilizado no E-commerce?

Um interessante ponto de vista apontado por Anna Wagner em um artigo no site do e-commercebrasil dá uma noção de como o comércio eletrônico pode titar vantagem deste dispositivo. Ela argumenta que embora as funcionalidades do Google Glass não faça sentido para o comércio eletrônico, há potencial que evoluam ao longo do tempo.

Segundo Anna, podemos considerar cinco possibilidades relacionadas:

1)      Reconhecimento de imagem: com a ferramenta de reconhecimento de imagem, a pessoas pode tirar uma foto de algo que lhe interessa e ver onde encontrar este artigo para comprá-lo.

2)      Comparação de lojas: pode-se utilizar o Google Glass para realizar comparações entre lojas.

3)      Segmentação baseada em localização: algumas pessoas, de fato, gostam de

fazer compras quando estão na rua e utilizando o Google Glass, podem receber ofertas e descontos quando passam pela loja.

4)      Pagamentos: O Google Wallet para transações comerciais.

5)      QR codes / Links diretos: O QR codes espalhados pela cidade, podem direcionar as pessoas a sites específicos onde oferecam produtos.

Enfim, estas foram algumas das possibilidades apontadas pela autora. Outras possibilidades só poderemos constatar, realmente, ao longo do tempo.

De qualquer forma este tema é bastante interessante para realizar uma investigação no âmbito do comércio eletrônico.

Quem quiser dar uma olhada no artigo de Anna Wagner, a fonte é essa aqui em baixo:

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AnnaWagner. O Google Glass será bom para o Ecommerce?. E-Commerce Brasil. Disponível em: http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/o-google-glass-sera-bom-para-o-ecommerce/

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Como usar o marketing 3.0 no comércio eletrônico

Como usar o marketing 3.0 no comércio eletrônico

O Marketing 3.0, proposto por Philip Kotler, pode ser utilizado no e-commerce.

O livro marketing 3.0, da autoria do guru Philip Kotler em parceria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiwan, traz o novo conceito de marketing onde as empresas precisam se adaptar à nova tendência da humanidade. O conceito sugere que o foco no produto e o foco no consumidor, no futuro, deixará de fazer sentido para se apoiar no ser humano.

As ações de marketing deverão mudar para um foco centrado na mente, no coração e no espírito humano.

Neste cenário, os consumidores serão encarados como entidades multidimensionais, com valores enraizados e, até, como potenciais colaboradores.

Mas como o comércio eletrônico poderá fazer parte disto?

Se pensarmos no comércio eletrônico como uma loja virtual, pressupondo que esta tenha como meta vender produtos, talvez fique difícil integrar os valores do marketing 3.0.

Mas o se tivermos o foco das ações de marketing, em um comércio eletrônico, voltado para o cliente, o conceito do futuro é a comunização. Então, devemos estimular, desde já, a comunização entre os clientes.

Como o comércio eletrônico poderá criar m senso de comunidade entre seus clientes?

Imaginemos que uma loja virtual tenha vendido um sapato. Talvez este cliente não queira somente o sapato. Será que ele não queira também fazer parte de um grupo de corrida ou caminhada? E, no caso positivo, por que não criar uma comunidade onde os clientes que compram sapatos façam parte de um grupo onde se interajam e marque encontros para a realização destas atividades? O mesmo para tantos outros produtos como bicicleta, artigos de futebol, etc.

Será que não seria interessante para ambas as partes (loja e cliente) a comunização? Para o cliente, ficaria mais óbvio pelo exemplo citado.  Mas para o lojista, seria uma maneira de se aproximar ainda mais dos seus consumidores e criaria um vínculo mais duradouro e mais forte com seus clientes. Também, estará entregando algo valioso para uma pessoa.

O que você acha desta idéia? Dê sua opinião e compartilhe outras idéias que você também acha que fará sentido no futuro.

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Instagram Vídeo como recomendação web 2.0 no E-commerce

E-Commerce AddctionEstou cada vez mais convencido de que a recomendação web 2.0 de produtos com exposição de imagens e vídeos está deixando de ser uma tendência para ser uma estratégia a ser utilizada por todas as lojas virtuais. A evidência disto é a nova funcionalidade do Instagram Vídeo.

No artigo “A Recomendação com exposição de imagens e vídeos”, que exponho um dos principais tópico de minha Dissertação de Mestrado, tenho falado da influência destes formatos de recomendação para a conversão de usuários em consumidores. O porém é que esta estratégia ainda não é bastante utilizada pela indústria de comércio eletrônico.

Mas isto está mudando. E uma constatação recente desta transformação surgiu com a anunciação do Instagram em permitir aos usuários, a adição de vídeos com até 15 segundos, o que é suficiente para demonstrar as funcionalidades de qualquer produto. Atualmente, as recomendações com vídeos nos sites que já adotaram esta estratégia, apresentam vídeos advindos do youtube, que é ainda o maior compartilhador de vídeos. Porém, na era do mobile na qual estamos, este gigante apresenta fraquesas exatamente neste ponto. E é aí que o Instagram Vídeo irá fazer diferença.

Este vídeo é uma apresentação desta funcionalidade:

Se já leram o artigo ou a Dissertação que falo sobre esta emergente estratégia de recomendação entenderá mais facilmente quando falo que este aplicativo mobile permitirá mais facilidade para que o consumidor avalie os produtos adquiridos em determinada loja virtual.

Ou seja, o processo que até então era:

O cliente grava um vídeo utilizando e mostrando o produto, depois descarrega do celular para o computador ou diretamente para o youtube, depois envia o link para o lojista, que então é avaliado e postado na página do produto da loja virtual.

Passará a ser:

O cliente grava um vídeo utilizando o produto e imediatamente o vídeo poderá ser tagado com um código do produto – ou qualquer outra forma de identificação da relação entre o respectivo produto ao vídeo – e já postado na página do produto da loja virtual.

O potencial da utilização deste recurso poderá ser exponencial, tendo em vista outros benefícios da marca como um contato mais social entre marca e consumidor, promoção diversa, transmídia, engajamento, visibilidade, etc. E o mais importante, a recomendação horizontal (de consumidor para consumidor).

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A Cauda Longa: Do mercado de massa para o mercado de nicho

livro a cauda longa_ecommerce addiction

Para quem deseja trabalhar ou quem já está inserido no meio digital, algumas referências literais são indispensáveis. Um autor que merece destaque é o Chris Anderson, que em seu livro cujo título é o mesmo deste post, trouxe uma nova perspectiva de compreensão do mundo dos negócios atuais. É leitura obrigatória para atuação no marketing digital e comércio eletrônico.

Não vou fazer nenhuma crítica, pois já há bastante na internet, inclusive em várias línguas. Mas devo reforçar a importância desta obra e portanto, apresentar uma boa resenha que Carlos Sena em seu blog fez para este livro.

Segue um resumo de sua resenha:

 ‘A Cauda Longa’ (Campus, 2006, 240 páginas), do editor-chefe da revista Wired, Chris Anderson, é um livro essencial para quem quer entender o impacto nos negócios causado pelas novas tecnologias, como os sites Web 2.0, as comunidades e os novos dispositivos. O livro trata da transformação do mercado de massa, dominado por poucos hits, para um mercado de inúmeros nichos e de micro-hits. O assunto foi abordado pela primeira vez em um artigo do autor na revista Wired, em 2004, e é constantemente expandido no blog The Long Tail. O livro é indispensável na estante de todos envolvidos em negócios em geral e negócios na Web em particular, e pode ser encontrado no original (Amazon) ou na excelente tradução em Português (SubmarinoCulturaFnac).

O livro começa mostrando como o mercado de hits está sendo destruído. Por várias decadas o consumidor norte-americano, e por extensão o consumidor mundial, foi induzido a direcionar seu consumo por “listas” de sucesso, por exemplo os Top 40 hits do rádio. A introdução de novas tecnologias, como oiPod para o áudio, o TiVo para o vídeo e as redes P2P para a troca de arquivos geralmente ilegal, contribuiram para a decadência deste modelo. Como prova, apresenta as vendagens de discos e filmes, que comprovam que os maiores hits de todos os tempos datam dos anos 70, 80 e no máximo do começo dos anos 90.

No entanto, o autor ressalta que apesar da indústria colocar a culpa apenas na “pirataria”, as novas tecnologias na verdade liberaram o usuário para embrenhar-se pelos nichos e libertar-se da tirania dos hits. Ao se deparar com a infinidade de músicas disponíveis no iTunes ou nas redes ilegais P2P, em lugar de consumir apenas os hits ditados pelos produtores executivos das grandes gravadoras, os consumidores agora podem aventurar-se por ritmos inusitados, bandas de garagem, trocar suas próprias músicas. Os poucos mega-stars dão lugar a um sem fim de micro-stars, cada um com sua pequena quantidade de “fãs”, e essas comunidades são impulsionadas pelos blogs pessoais.

O nome do livro é tirado da curva de Zipf, de Pareto, 1/x, ou ainda conhecida como Cauda Longa por sua forma. Esta curva representa a distribuição, ou as leis de força, de vários fenômenos econômicos e em outros ramos da ciência, como a concentração aproximada de 80% da renda de uma nação em 20% de sua população.

Curva de Zipf

Outro exemplo é a venda de CDs de música, onde um determinado número de hits concentra a maior parte das vendas. Até aí, nada além do senso comum. A constatação de Chris Anderson, reforçada pelos depoimentos de executivos de empresas como Netflix (filmes), Rhapsody (música) e Amazon(varejo), é que apesar da venda diminuir drasticamente à medida que se avança no eixo, este valor raramente chega a zero. Como o número de “não-hits” é enorme, a soma acumulada das suas vendas pode ser próxima ou até mesmo superior à venda dos hits. Segundo o executivo da Netflix, 98% dos filmes é alugado pelo menos uma vez por trimestre. Essa lógica é particularmente interessante nos mercados de produtos totalmente digitais, como música, vídeos e conteúdos em geral, pois o custo de armazenamento e reprodução chega a ser desprezível.

O principal fator para a criação de mercados de Cauda Longa é a redução dos custos para alcançar os nichos. Geralmente a redução dos custos se deve a três forças: a democratização das ferramentas de produção (o que alonga a cauda), a democratização das ferramentas de distribuição (o que horizontaliza a curva, pois aumenta a demanda pelos nichos) e a ligação entre a oferta e a demanda (o que desloca os negócios dos hits para os nichos)…

… A força da ligação entre a oferta e a demanda está nos filtros da cauda longa, que assumem a forma das buscas do Google, das recomendações de outros consumidores da Amazon ou as listas de best-sellers. Os filtros são uma forma da própria comunidade separar o que é bom do que é ruim. Segundo a consultoria Frog Design, “estamos saindo da Era da Informação e entrando na Era da Recomendação. Hoje, é ridiculamente fácil obter informações[…] A coleta de informação não é mais a questão – a chave agora é tomar decisões inteligentes com base nas informações… As recomendações servem como atalhos no emaranhado de informações, da mesma maneira como o dono de minha loja de vinhos me orienta entre as prateleiras de obscuros vinhos franceses para que eu desfrute do melhor com as minhas massas”. As listas “Top 10” não tem o mesmo valor, pois misturam conceitos e geram mais sucesso para os hits. Por outro lado, as recomendações nos ajudam a tomar coragem de nos aventurar por produtos desconhecidos….

…O efeito básico da cauda longa é deslocar nossa preferência para os nichos, mas, à medida que ficamos mais satifsfeitos om o que descobrimos é provável que aumentemos nosso consumo, o que pode aumentar o tamanho do mercado total. Por outro lado, a variação nos preços depende se a compra do produto é fruto do desejo ou da necessidade. Por exemplo, livros menos procurados tem menos desconto na Amazon, enquanto que os serviços de música online tendem a dar descontos maiores para albuns antigos ou novidades obscuras. O iTunes, por outro lado acredita na simplicidade do preço único.

É interessante notar que dentro da Cauda Longa podem surgir outras Caudas Longas locais. Este efeito aplica-se dentro de sub-categorias, criando micro-hits, mas não tem o efeito de tornar um micro-hit em um mega-hit. Por exemplo, uma música pode ser a mais bem sucedida dentro do nicho de jazz afro-cubano, mas isso não é suficiente para que ela seja considerada um mega-hit…

…Apesar dos apelos da Cauda Longa, os hits continuam e continuarão a exercer uma grande influência. Uma aposta radical na Cauda Longa pode resultar em fracasso, pois os usuários não saberão por onde começar; ao aposta apenas na Cabeça, pode-se frustrar a expectativa dos usuários de obter cada vez mais. O paradoxo do Wal-Mart é a fartura e a escolha de suas opções, ao se considerar a média de 30.000 itens em uma loja, e por outro lado a escassez nos nichos, ao dispor de cerca de 4.500 títulos de discos, enquanto são lançados cerca de 30.000 novos álbuns por ano.

Os mercados de Cauda Longa prosperam excepcionalmente bem nos produtos virtuais. Os bens físicos possuem limitações em sua classificação. Por exemplo, todos hipermercados possuem suas prateleiras organizadas em uma determinada lógica; os livros em uma biblioteca estão organizados segundo alguma taxonomia. Caso alguém troque um produto de prateleira, ou guarde um livro em uma prateleira errada, aquele item estará eventualmente perdido. Um bem físico não pode ser armazenado em múltiplas categorias. Ao contrário, um bem virtual pode ser classificado em várias categorias, ou mesmo em nenhuma categoria, esperando que os pós-filtros o classifiquem. Outra diferença básica entre bens físicos e virtuais é a geografia, ou seja, os bens físicos precisam encontrar consumidores locais.”

A resenha continua e é mesmo interessante. Mas a leitura do livro é que é realmente valiosa. É mágico como nossa mente se abre pra tanta coisa.

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Blog Carlos Sena – http://blog.carlossena.com/ Resenha de “A Cauda Longa”, disponível em: http://blog.carlossena.com/resenhas/resenha-a-cauda-longa/

Anderson, Chris. A Cauda Longa: Do mercado de massa para o mercado de nicho. http://www.thelongtail.com/

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A Recomendação com exposição de imagens e vídeos

A recomendação com exposição de imagens e vídeo
Para Toni e Schuler (2007), um dos principais instrumentos do pensamento humano são as imagens mentais, através das quais se representa o mundo, para poder refletir sobre os seus objetos, mesmo que eles não estejam presentes. As imagens constituem um dos materiais intelectuais mais importantes do homem, sendo capazes de influenciar e direcionar o seu comportamento. Assim, completa os autores: “a imagem que o consumidor tem de um produto influencia fortemente sua decisão de compra. É através dessa imagem que ele vai pensar no produto, durante seu processo de decisão”. Esta imagem de produto que a mente do consumidor irá gerar, será resultado das impressões que o consumidor recebe de muitas fontes (Dobni e Zinkhan 1990; Stern et al. 2001, citados por Toni e Schuler 2007).

Mas estas imagens são mentais. Uma destas fontes advém dos comentários dos outros consumidores sobre determinado produto exposto em uma das páginas da loja virtual. Estes comentários são palavras e estas têm o poder de evocar também sentimentos nos leitores. Porém, se incorporar imagens reais dos produtos nos comentários, torna o processo de imaginação ou elucidação mais rápido.

As imagens dos produtos adquiridos, expostas pelos utilizadores em suas avaliações, dão uma impressão importante para que os novos consumidores criem uma posição mental o mais próximo do real para aquele determinado produto visto numa loja virtual. Numa forma de aproximar o abstrato ao tangível nesta barreira imposta pela compra virtual, através das exposições das imagens e vídeos. Além de que, Felipe Morais (2012) argumenta, com base em estudos, que vídeos sobre o produto e sua utilização aumentam em 30% as vendas.

O que vem sendo adotado nas lojas virtuais como “eBay.com” e “Amazon.com”, como recomendação através da avaliação dos utilizadores, é a avaliação dos consumidores sobre determinado produto adquirido com um comentário de texto e classificação de pontuação numa “escala de Likert”. Mas outros como “Dealextreme.com” e “Lightinthebox.com” permitem ainda a anexação de imagens do respectivo produto adquirido:

 recomendacao com exposicao de imagens

Recomendação com exposição de imagens. Fonte: Lightinthebox.com

Após o utilizador ler o comentário, pode clicar nas imagens postadas pelo antigo utilizador para vê-las ampliadas:

visualizacao ampliada da imagem da recomendacao

Visualização ampliada das imagens da recomendação. Fonte: Lightinthebox.com

O utilizador pode visualizar todas as imagens postadas pelo antigo utilizador, auxiliando a elucidar o produto em interesse.

Outras lojas virtuais permitem ainda que seus consumidores disponibilizem, para além de imagens, vídeos dos produtos adquiridos como forma de recomendação a novos consumidores na página de descrição do produto:

recomendacao com exposicao de video

Recomendação com exposição de vídeo. Fonte: Dealextreme.com

Após o clique nas imagens que correspondem ao vídeo na página do produto em descrição, o utilizador irá para uma página exclusiva da loja virtual para que possa ver com clareza a reprodução do respectivo vídeo:

visualizacao do video da recomendacao

Visualização do vídeo exposto na recomendação. Fonte: Dealextreme.com

Schafer et al. (s.d.) avaliam as oportunidades no comércio eletrônico face aos sistemas de recomendação e afirmam que “os sistemas de recomendação atuais apenas usam um pequeno subconjunto da informação disponível sobre o consumidor ao criar as recomendações”. Esta exposição de vídeos sobre o produto permite demonstrar que tipo de produto se trata e sua utilidade, assim como melhor pode fazer identificar que o respectivo produto é semelhante a outro que tinha sido procurado anteriormente ou muitas outras coisas.

Como se é visto, por parte dos utilizadores, a atual estratégia de recomendação adotada nos sites de comércio eletrônico? A resposta pode ser encontrada aqui.

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Referências:

DOBNI, D., & ZINKHAN, G. M. (1990). In search of grand image: a foundation analysis. Advances in Consumer Research, 17(1), 110-119.

MORAIS, Felipe. (2012). Como aumentar vendas sem mídia online?. Web Contexto. http://www.webcontexto.com.br/midias-sociais/como-aumentar-vendas-sem-midia-online/, [Acessado em 18 de Junho 06 de 2012].

TONI, D. de & SCHULER, M., (2007). “Gestão da imagem: desenvolvendo um instrumento para a configuração da imagem de produto”. Revista de Administração Contemporânea. Versão on-line. Vol. 11. Nº 4. Curitiba. Disponível em http://dx.doi.org/10.1590/S1415-65552007000400007, [Acessado em 03 de Abril de 2012].

SCHAFER, J. Ben; KONSTAN, Joseph; RIEDL, John. (s.d). Recommender Systems in E-Commerce. University of Minnesota. Minneapolis.

STERN, B., ZINKHAN, G. M., & Jaju, A. (2001). Marketing images: construct definition, measurement issue, and theory development. Marketing Theory, 1(2), 201-224.

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Análise do mercado de SEO em 2012 e a projeção para 2013

A empresa Polonesa especializada em SEO, Positionly, divulgou um infográfico sobre o mercado global de SEO, apresentando-o em números e os efeitos das atualizações dos algorítimos do Google. Também as previsões para 2013, posicionamento e estatísticas da dedicação de ferramentas de medição.

A fatia global do mercado de motor de busca

global search engine market shareFonte: Positionly.com

Impacto das mudanças no algorítimo no SEO

O algorítimo de busca do Google é mudado 500 a 600 vezes por ano. E são realizados 11 mil testes de algorítimos de busca. Portanto, estas mudanças de algorítimos implementadas para dar mais qualidade aos resultados de busca tem impactado na indústria de SEO.

Devido as alterações nos filtros do Google (Panda em Janeiro e Pinguin em Abril), cerca de 51 395 353 domínios foram removidos dos resultados de busca.

– Panda e Pinguim (nomes communs de atualizações do algorítmo de busca) são 1 dos 200 fatores, que o Google leva em consideração determinando as posições dos sites na página dos resultados de busca.

Previsão para 2013

Especialistas concordam que este ano será dominado por SEM e SEO. Pela primeira vez, o marketing para motores de busca ganhará a liderança em investimento de publicidade online. O investimento em SEM em 2012 foi acima de 40 bilhões de dólares e estima-se um aumento para a casa dos 50 bilhões em 2013.

SEO nos Negócios

  • 40% das empresas monitoram seus esforços em SEO;
  • 10% das empresas não sabem como monitorar o SEO;
  • 30% das empresas tem problemas para medir os efeitos do SEO;
  • 29% das empresas no mundo usam ferramentas para monitorar a performance do SEO.

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